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quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Em viagem

Queridos Irmãos e Irmãs,

Um dos maiores desafios em nossa jornada na vida material está na constância dos nossos passos e nas escolhas que fazemos a cada momento. Nossa fragilidade, somada ao imediatismo e aos achismos, nos leva muitas vezes a traçar planos, criar expectativas e assumir compromissos pesados. Porém, muitas vezes, abandonamos tudo isso e começamos novamente do zero, repetindo esse ciclo incessante até que, um dia, nos percebemos sem a energia vital que antes tínhamos, ou sem as ferramentas que antes estavam à nossa disposição, mas que foram desperdiçadas pela falta de reflexão.

É como o viajante que recebe todo o combustível necessário para a viagem, com um carro revisado e confortável, pronto para seguir em segurança, conforme o plano que fez junto ao seu financiador. O GPS está programado, as placas indicadoras estão no lugar, os hotéis já foram reservados e os restaurantes recomendados, garantindo que tudo ocorra bem. Ele se sente feliz, pois está prestes a realizar a viagem dos seus sonhos, aquela para a qual trabalhou tanto. Mas, após alguns dias, encontra o trânsito, estradas difíceis, buracos que exigem sua atenção e reduzem sua velocidade. Começa a desanimar, perde a motivação que o moveu no início e, então, decide mudar o caminho e até o destino, abrindo mão das seguranças que tinha, correndo o risco de não ter mais combustível para chegar, nem um carro que o suporte, nem os recursos necessários.

Essa história é muito parecida com a vida. O nosso financiador é Deus, o nosso carro é o corpo, o combustível é a fé, o GPS são os nossos ideais e a programação que nos guia, as placas são os sinais representados pelos momentos da vida, os hotéis são as experiências profissionais que devemos abraçar e a alimentação são as pessoas com quem temos compromissos. E a viagem, essa nova jornada que a misericórdia de Deus nos concede.

O trânsito representa os sentimentos que precisamos aprender a lidar; a estrada difícil são os desafios cotidianos, seja no trabalho, na família ou nos relacionamentos; os buracos são as decepções que corrigem nosso orgulho e egoísmo. Esses percalços, se não forem tratados com carinho e atenção, podem nos desviar do caminho e fazer com que, desanimados, abandonemos a jornada. No impulso de usar o livre-arbítrio, corremos o risco de perder de vista a caminhada que nos levaria à realização de grandes bênçãos.

Todos nós já começamos essa viagem. E você, assim como eu, pode se perguntar: "Estou no caminho certo?" Se você consegue responder positivamente, com a tranquilidade de uma alma que cumpre suas responsabilidades, bem-aventurado é. Mantenha seus passos firmes, alimente sua fé que o trouxe até aqui e siga em frente, sem desanimar. Talvez o trânsito pesado de agora passe, os buracos desapareçam, e mais adiante você encontrará um oásis de descanso e renovação, trazendo alegria e paz para o seu coração. Então, você verá como tudo valeu a pena. As refeições serão saborosas, e você estará fortalecido depois de superar as longas distâncias.

Se, por outro lado, você tem dúvidas ou já percebe que não está no caminho certo, não se desespere. Você também chegou a um momento importante. Talvez esteja sendo convidado a parar e refletir. Se desviou do caminho por invigilância, orgulho ou egoísmo, ou mesmo por falta de atenção aos sinais, nada está perdido. O que é preciso agora é identificar onde o erro aconteceu, entender o porquê dele e como corrigi-lo. Depois, com paciência, pegue o telefone e ligue para o seu Financiador. Como dizem, Ele é bondoso com aqueles que se arrependem e buscam replanejar sua jornada.

E lembre-se, o telefone é a prece, e o número é a sinceridade de uma alma que deseja retomar seu caminho.

Desejo a todos uma boa viagem.

Paz e Luz,

Daniel d'Assis
Madrugada de Quinta-Feira, 20 de Novembro de 2014

sábado, 14 de junho de 2014

O Divino movimento da vida

A resistência à espera e a inclinação ao imediatismo são desafios profundamente humanos. Vivemos em um mundo que exalta a rapidez e a obtenção imediata de resultados, mas a verdade é que o tempo segue seu curso, alheio à nossa vontade. A espera, por sua natureza, nos desafia a encarar uma realidade inescapável: não controlamos o tempo nem o ritmo dos desdobramentos de nossas ações.

Essa constatação nos conduz a uma lição fundamental. Enquanto tentamos apressar os resultados, esquecemos que o tempo tem um propósito educativo. Ele nos ensina a paciência, a confiança no processo e a humildade para aceitar que nossos limites são parte da jornada. Assim, em vez de resistirmos à espera, podemos começar a reconhecê-la como uma oportunidade de crescimento e reflexão.

Também é importante compreender que as pessoas ao nosso redor têm seus próprios ritmos. Cada indivíduo percorre um caminho único, com tempos e aprendizados específicos. Não cabe a nós impor o ritmo de nossa jornada aos outros, mesmo que estejamos certos de que nossas decisões apontam para caminhos positivos. A verdadeira transformação é pessoal e intransferível; ela nasce da experiência vivida, das reflexões internas e do tempo necessário para amadurecer.

Essa liberdade para trilhar o próprio caminho não é apenas um ato de respeito, mas também uma demonstração de confiança na capacidade do outro de encontrar suas respostas. Impor ideias ou forçar decisões pode até acelerar um resultado imediato, mas raramente gera mudanças duradouras e profundas. Somente quando a compreensão vem do interior, as raízes do aprendizado se tornam fortes o suficiente para sustentar uma transformação genuína.

Por isso, é essencial vivermos cada momento com intenção e consciência, valorizando tanto os desafios quanto as conquistas. São nossas escolhas, somadas às lições que aprendemos ao longo do caminho, que moldam o legado que deixaremos. Esse legado não se mede pelo que acumulamos ou realizamos em termos materiais, mas pela riqueza de experiências que compartilhamos, pelas vidas que tocamos e pelas sementes de bem que plantamos.

Ao final, o propósito maior de nossa existência se revela não na pressa em atingir metas, mas na maneira como vivemos o processo. Se conseguirmos transformar cada oportunidade em um aprendizado e cada obstáculo em um degrau para o crescimento, estaremos cumprindo nossa missão de forma plena.

Que a paciência nos acompanhe, que a sabedoria nos guie e que a fé nos fortaleça para viver com plenitude, independentemente do ritmo do tempo ou das decisões alheias. Afinal, é na entrega ao fluxo natural da vida, que é Divino, que encontramos a paz e a realização que tanto buscamos.

Paz e Luz!

terça-feira, 1 de abril de 2014

No fim a gente entende, então continue!

No meio do caminho, as coisas muitas vezes parecem sem sentido. Surgem feridas, lágrimas caem, e uma dor profunda nos consome, deixando-nos em aflição e desespero.

Mas no meio da jornada, também encontramos momentos de alívio, como oásis que nos oferecem alegria, paz e descanso. É nesses instantes que conseguimos, mesmo que brevemente, recuperar as forças para seguir em frente.

Entretanto, somente ao final do caminho, olhando para trás, compreendemos o verdadeiro significado de tudo. Cada passo dado, cada parada inesperada, cada desafio enfrentado, tudo teve um propósito. Foi o que nos preparou para alcançar o destino que, muitas vezes, estava guardado em nosso coração, adormecido e só esperando o momento certo para surgir.

Por isso, vale a pena seguir. A verdadeira felicidade está mais perto do que imaginamos.

Não se deixe enganar pelo tempo, pois, como já disseram, ele é apenas uma ilusão.

Não se perca na dor, ela é apenas um remédio que cura o que precisa ser curado.

Não se deixe levar pela empolgação passageira, ela desafia o coração a se manter firme no seu verdadeiro propósito.

Não se iluda com a posse, ela só alimenta necessidades momentâneas e ilusórias.

Apegue-se à fé, pois ela é a força que nos guia quando tudo parece incerto.

Recolha-se na paciência, pois ela nos ensina a esperar o tempo certo.

Refine-se pelo trabalho, pois ele é a chave para o nosso crescimento e realização.

Ilumine-se com o amor, pois é ele que transforma nossa jornada em algo sublime.

Chegaremos ao final dessa estrada. Seja ela longa ou curta, dependerá de nossa capacidade de focar no que realmente importa: nosso verdadeiro objetivo, aquele que pulsa no fundo de nossa alma.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

O processo no discurso

Minha esposa sempre comenta que eu uso a palavra "processo" com frequência, seja no trabalho, na academia, na política, em palestras, debates ou aulas. E, ao refletir sobre isso, percebo que esse termo surge frequentemente porque a proposta desses encontros não é apenas transmitir um conteúdo, mas provocar uma reflexão. Aqui, conectamos ideias que partem de uma visão pessoal e, ao mesmo tempo, se expandem pelas experiências do outro, criando um caminho para descobrirmos algo novo, algo ainda inexplorado.

É essa troca que configura o "processo": uma série de ações interligadas, com o objetivo de alcançar um resultado, como define o dicionário Michaelis. Não se trata de uma fórmula rígida, de uma lógica única onde dois mais dois sempre são quatro. Ao contrário, é uma construção contínua, onde o produto final reflete as características do material usado — que, nesse caso, são as experiências e percepções de cada participante. A equação pode envolver números como cinco, dez ou mil, mas o resultado desejado será sempre o mais próximo de um entendimento profundo, algo como o "quatro" mencionado anteriormente.

E é aí que entra a verdadeira beleza do processo: o resultado não é imposto de fora para dentro. Ao contrário, ele emerge de dentro de cada um, de acordo com a forma como os participantes utilizam os instrumentos que suas próprias experiências permitem. Essa abordagem torna o aprendizado mais seguro, mais duradouro e, principalmente, mais autêntico.

Ao entender que estamos iniciando um processo de busca, reflexão e construção do conhecimento, convidamos o outro a se envolver. A proposta não é só compreender novos caminhos, mas perceber que esses caminhos sempre estiveram ali, esperando para serem descobertos.

É como o aforismo grego "Conhece-te a ti mesmo", gravado no Templo de Apolo em Delfos, que destaca a importância da introspecção. O processo de conhecimento é, no fundo, uma jornada de imersão no próprio ser, de exploração das potencialidades internas e aplicação dessas descobertas na vida cotidiana.

Não estamos sugerindo que nascemos sabendo tudo. Mas acredito que todos já trazem em si uma infinidade de potencialidades. O que precisamos é despertar essas qualidades — e o processo de despertar será único para cada pessoa, já que todos temos experiências e histórias próprias.

Portanto, o que propomos é um verdadeiro "processo" de ação sistemática. O objetivo é que cada um identifique e se aproprie das ferramentas e exemplos oferecidos, acessando, assim, um conhecimento mais profundo que vem de dentro para fora.

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Mensagem de fim de ano

Chegamos a mais uma data natalina, e o mundo ocidental, abraçado por um sentimento de fraternidade, também envolve povos que não celebram este dia. Mais uma vez, somos tocados pela memória do nascimento de Jesus e pelos processos invisíveis que permeiam nossa humanidade, desde o momento inicial de sua vinda ao mundo.

Neste ciclo que se fecha, cumprimos mais um ano de experiências: somamos alegrias, tristezas, vitórias e desafios. Alguns recordam os momentos festivos de 2013, outros refletem sobre as transformações difíceis, porém necessárias, que atravessaram. Em alguns, vemos inseguranças; em outros, a certeza de que os passos dados ontem nos trouxeram até o presente, e que as portas do futuro se abrem com grandes possibilidades de conquistas e realizações.

Em cada jornada pessoal, chegamos a mais um Natal. E, mais uma vez, temos a oportunidade de nos conectar com as energias que nos cercam, de tirar o melhor de tudo, e de evoluirmos como seres humanos, como espíritos.

Foram inúmeros os natais que vivemos, em tantas vidas, e não seria possível mensurar o significado de cada um. Mas podemos afirmar com certeza que, apesar da limitação de nossas capacidades mentais neste estágio evolutivo, os sentimentos elevados, embora muitas vezes fugidios, nos deixam uma certeza profunda: somos viajantes imortais, guiados pelas oportunidades que as leis do Eterno nos oferecem.

Como bem diz um irmão querido: "É muito bom dividir com todos vocês o presente momento". E, por isso, mais uma vez, dirijo-me a todos com palavras de gratidão. Que as vibrações mais poderosas que minha fé me proporciona possam alcançar cada um de vocês, em um desejo sincero de um Natal repleto de paz e de um Ano Novo próspero.

Como escreveu o Irmão X: "O aniversário de Jesus precede o natalício do Tempo. Com o Mestre, recebemos o Dia do Amor e da Concórdia. Com o tempo, encontramos o Dia da Fraternidade Universal." Que assim seja! Que nossos sentimentos nos guiem, preparando o caminho para que o tempo revele os lugares destinados a cada um de nós, dentro da verdadeira fraternidade que tanto almejamos.

Estamos sempre juntos, pois a amizade verdadeira não se fundamenta em poucos anos, mas em tantas outras oportunidades que ainda não lembramos. E continuemos, cada vez mais, trabalhando. A melhor forma de demonstrarmos nossa gratidão e carinho por nossos irmãos, tanto os que caminham conosco neste plano físico quanto os que já partiram, é fazer o melhor que pudermos em todos os aspectos da vida – seja na vida social, familiar ou pessoal, cuidando também do nosso corpo, que ainda é o instrumento que usamos.

Cada vitória conquistada pelo bem é uma vitória de todos nós, e mais um tijolo na fortaleza da nossa amizade.

A todos, dedico este pequeno trabalho, na esperança de que as boas mensagens e os ensinamentos que nos chegam possam se multiplicar. Que o amor e a paz do Natal nos acompanhem, e que cada um de nós possa sempre ser luz e boa vontade para o mundo:

http://www.youtube.com/watch?v=2Na7eu8u-vU&list=PLQzAcacBwcZYiB4lKAz1DYo-RFUoUKtZV

(Esta é a simples narrativa do livro Reportagens de Além Túmulo, uma obra psicografada por Chico Xavier, que nos traz valiosas lições do Mundo Espiritual. Que ela nos ajude a refletir sobre o cuidado necessário em nossa vida, independentemente da religião que seguimos, pois todos somos espíritos imortais com muito a aprender sobre nossa verdadeira essência.)

Muita paz, luz e boa vontade em cada momento da vida!

Obrigado e boas comemorações!

Daniel d'Assis Ribeiro

sábado, 21 de dezembro de 2013

A vida é assim, cheia de expectativas, então que sejam conscientes

Muitas vezes, as expectativas que criamos em relação aos outros e a nós mesmos geram desconfortos e conflitos. Quando desejamos a perfeição, corremos o risco de nos frustrar ao perceber que a realidade, por mais que planejada, não corresponde ao que imaginamos.

A sociedade valoriza a ideia de perfeição, mas ao buscar apenas o ideal, muitas vezes acabamos criando barreiras, tanto para nós quanto para os outros. No caminho, nos deparamos com nossas fraquezas, e as ilusões de que tudo será como desejamos geram frustrações e decepções.

A ânsia por resultados rápidos e concretos muitas vezes nos faz esquecer que o processo de crescimento é longo e exige paciência. Precisamos estar preparados para os erros, pois eles são parte do aprendizado e da evolução. O perfeccionismo não é a chave para a felicidade, mas sim a aceitação de nossa imperfeição e o esforço constante para nos melhorar.

Nos relacionamentos, seja no casamento, nas amizades, na política ou na religião, a perfeição é uma ilusão. Conflitos, divergências e desafios surgem naturalmente, e é no enfrentamento dessas dificuldades que crescemos e amadurecemos. Devemos entender que, assim como a rocha bruta precisa ser trabalhada para revelar o diamante, nossas experiências mais difíceis são oportunidades de crescimento.

Portanto, ao invés de cultivar críticas destrutivas, devemos escolher gratidão, reconhecimento e outros sentimentos positivos, que nos permitem aprender com cada situação. Nossa imperfeição não deve ser vista como um obstáculo, mas como um convite ao aprimoramento contínuo.

Que possamos transformar cada experiência em aprendizado, construindo, passo a passo, um caminho de união, boa vontade e colaboração. Mesmo diante da derrota, que possamos manter a fé no processo de evolução e encontrar a vitória no crescimento que ele nos proporciona.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Teias do engano

Meus amigos, devemos ter uma reflexão profunda sobre a defesa apaixonada das causas que escolhemos abraçar. Ao levantar uma bandeira, frequentemente nos esquecemos de que, ao agir com fervor excessivo, podemos desencadear uma energia contrária de mesma intensidade, estabelecendo um equilíbrio que, em vez de fortalecer nossa luta, a enfraquece. E não é apenas contra os opositores que precisamos ter cuidado, mas também contra aqueles que, inicialmente, poderiam ser aliados. Na busca por defender nosso ideal com tal força, podemos afastar aqueles que, em silêncio, poderiam contribuir de maneira decisiva para o sucesso do empreendimento.

Equilíbrio, bom senso e trabalho incessante em prol do bem são as chaves para conquistar aliados duradouros e resultados significativos.

Muitas vezes, na ânsia de provar que nosso ideal é o melhor, nos deixamos dominar pela vaidade. Buscamos reconhecimento, queremos que todos vejam nossa posição e nossos méritos. No entanto, esse impulso egoísta não só destrói nossa paz interior, mas também gera um distanciamento. Em vez de inspirar união, a vaidade cria divisões e distorções, afastando, até mesmo, os mais próximos de nossa causa.

É através do trabalho silencioso, humilde, sem a necessidade de exibição ou vanglória, que a verdadeira transformação acontece. Ações movidas pelo amor, pela empatia e pela sabedoria do bom senso têm a capacidade de atrair as forças certas, aquelas que conduzirão os corações e mentes para o propósito maior da nossa missão.

A história nos ensina que a verdadeira grandeza está na simplicidade e na pureza de nossas ações. Lembre-se de Judas, que caiu na armadilha do orgulho ao tentar forçar seu Mestre a se revelar em toda Sua glória e poder. No entanto, o Mestre não se fez conhecer dessa maneira. Ele nos deixou o verdadeiro ensinamento: Amai-vos uns aos outros.

Quando adotamos essa prática, não estamos apenas construindo um ideal, mas também nos aprimorando enquanto seres humanos, guiados por um propósito maior e universal, que não se baseia na exibição, mas na verdadeira essência do ser.

Assim, vamos caminhar juntos, com equilíbrio, sem a necessidade de provações desnecessárias, com a fé firme de que o trabalho silencioso e a dedicação sincera nos conduzirão aos resultados desejados. Que possamos, cada um de nós, fazer a diferença no mundo, sem jamais perder de vista que a verdadeira força vem do coração, e não da vaidade.